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Saiba tudo o que se passa na cabeça dos homens, quando a questão é relacionamentos.
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Concordo plenamente !!!!!
amei um cafajeste
Olá, Alexandre! Olá,Pessoal!
Condordo com vc. Alexandre, no sentido de serem homens minados e problemáticos.
Normalmente quando crianças ou adolescentes a maioria teve uma experiência afetiva traumática o suficiente para fazer com que ele ‘o cafajeste’ tenha perdido os referenciais e o discernimento de situações e pessoas. Já vi homens feios como ‘dragões de comodo’, pobres – sem ter aonde cairem mortos, e analfabetos funcionais, desdenhando, tripudiando mulheres bonitas, atraentes, cultas, e sócio-economicamente bem posicionadas. A primeira coisa que o cafajeste faz é ganhar a confiança da mulher, criar uma dependência emocional com supostos tratamentos atenciosos, carinhosos que chegam perto de um assédio e supostas demonstrações de ciúmes. Feito isto, a próxima tarefa é ter controle sobre o meio social, familiar, profissional e atividades da vítima. Aí, ele começa uma verdadeira ‘campanha’ para isolar a vítima da família e amigos que possam protegê-la emperrando suas ações. Inicia-se o terceiro turno: a corrida aos reais objetivos do ‘approaching’: dinheiro, alpinismo social (possibilidade de usar a rede de relacionamentos da vítima para lograr vantagens pessoais, profissionais e patrimoniais) e, finalmente, sexo (o menos difícil de se conseguir hoje em dia). O problema é que se a mulher não for racional e não ficar atenta ela poderá, além de ser usada fisicamente, ser abusada financeiramente e acabar só e sem dinheiro, com a vida monetária e pessoal desorganizada, quando não, ate arruinada, dependendo do caso, até sem condições de se reerguer financeira e moralmente perante a Sociedade. Tive muitas clientes em situações semelhantes a estas. Outro detalhe, mesmo sendo feio, o cafajeste desdenha da forma física da mulher, promovendo ofensas, comparações com outras mulheres, humilhando-a particular e publicamente, gabando-se das outras melhores já que teve (e, ‘curiosamente’ não manteve!), conquistou ou conheceu e/ou agora está a fim de conquistar. Também procura colocar a vítima numa posição de inferioridade social, quer seja ela pobre ou rica. Se for pobre ela já entra em desvantagem, sendo rebaixada à uma natural insignificência, quase beirando ao ‘nada’, porque certamente ‘tem muita mulher rica e bonita dando em cima dele’. Se é rica, e ela lhe der um presente, vai ser um ‘presentinho’ perto daquela que deu outro regalo, que ele faz subentender haver sido bem melhor ou superior ao que acabou de receber. Se tiver interesse sexual na vítima, para lograr seus objetivos, ele vai adular, adular, até conseguir o que quer. Vai despertar o desejo da vítima, e, em seguida começar a retaliá-la sexualmente, ora negando-se a correspondê-la, ora criticando-lhe o desempenho sexual, e ao final dirá que ela ‘deu porque quis’, ‘que não houve “afinidade”, mas que podem continuar como amigos (se ele puder tomar algum outro tipo de vantagem, ou pretender torturá-la emocionalmente por mais algum tempo). Finalmente, se a mulher, mediante tudo isto, vier a descompensar e surtar, ele irá rotulá-la de ‘louca’ e procurar ridicularizá-la dentro do meio social de todas as formas. Até mesmo se utilizando da revelação de segredos confidenciados pela vítima, e detalhes íntimos do relacionamento sexual da forma mais sórdida possível. Pode, inclusive, se apossar de bens pessoais e objetos de valor. Procura ter como aliados vizinhos e empregados para estar bem informado dos passos da vítima. Com certeza, a mentira, a megalomania,o narcisismo, a instabilidade emocional, a imaturidade, a inveja, manipulação temperados com uma boa dose de sadismo e requintes de crueldade emocional e até física; fazem parte do perfil emocional e dos componentes comportamentais desse tipo de indivíduos que, na maioria, é ou um ‘quase psicopata’ com graves desvios de conduta ou portador de psicopatia. Na segunda hipótese, acho que os homens que tem várias mulheres em regime de ‘sociedade anônima’, com direito à matriz e sucursal(ais), onde elas tem conhecimento desta circunstância, mesmo que dispensando a estas últimas bom tratamento, continuam sendo ‘cafajestes’, só que a cafajestice está sendo ou direcionada à falsa submissão das mulheres de vida fácil, que tudo aceitam porque ‘Pagando bem, que mal tem?’ ou de mulheres de baixa autoestima, onde o lema é ‘Ruim com ele, pior sem ele!’. De qualquer forma, o que o cafajeste mais abomina é a exclusão, o desprezo, a negação de acesso às informações sobre a vítima que ele pretende sadicamente manter a seus pés para martirizar e afrontar novas vítimas. O cafajeste odeia perder o controle da situação. E, mesmo quando a mulher encontra outra pessoa melhor, ainda assim ele insiste em dizer que ela continua apaixonada por ela e que é dele de quem realmente ela gosta. Se ela estiver feliz com a uma nova escolha ele vai se sentir, apesar de tudo o que fez, ‘trocado’ e, fará disso justificativa para tentar destruir a vida afetiva da ex-vítima. Se a mulher for bem-sucedida profissionalmente, ele vai se utilizar dos golpes mais baixos para que ela perca sua reputação profissional, seu cargo, defamando-a e caluniando-a no meio profissional ou perante à clientela, etc… Como resolver tais situações? A melhor maneira de não ter que expulsar um cafajeste da sua vida é não deixar que ele entre e muito menos permaneça nela! É o uso de comportamentos e atitudes preventivas. Procurar ouvir mais, falar menos, não falar sobre o passado, não ir logo de imediato introduzindo o indivíduo no ambiente familiar, profissional e social, porque se tudo for bem, isto acontecerá gradualmente e de forma natural, sem pressa, sem pressões ou cobranças, sem excessivas e injustificáveis protelações. Nunca dê acesso a senhas bancárias, talões de cheques, acesso a mensagens de e-mail e sms, agendas telefônica e de compromisso,não alugue imóvel em nome de ambos, não empreste veículo, dinheiro, celular ou imóvel. Nunca entregue a chave da casa (mesmo que ele se antecipe em entregar as chaves da residência dele) – cada um que fique e tome conta da sua, até que a situação de estarem morando sob o mesmo teto (casados ou não) finalmente se defina de uma forma clara e incontroversa e para isso, você se certifique de que ele não é uma exemplar cafajeste. Se estiver falando ao telefone com familiares e amigos evite conversas sobre assuntos que não dizem respeito à uma pessoa que você ainda está conhecendo e estudando os hábitos. Nunca efetue empréstimos bancários de qualquer espécie. Nunca abra qualquer negócio em sociedade, sem testar a reputação profissional e a solidez financeira se houver candidatura à sociedade. Lembre-se, que há a figura do ‘cafajeste empreendedor’ que irá empreender à custa do seu trabalho e finanças. Quando ele quebrar a vítima, ele a culpará pelo fracasso e ainda dirá que ela é incompetente e indolente. Ele até tentará trocar de lugar com a vítima e convencer as pessoas de que trabalhava em dobro e a carregava nas costas, ou de que prestou ajuda a ela em um momento difícil e agora recebe ingratidão. Para o cafajeste não há exceção de meios, e definitivamente ‘A recíproca não é um jogo honesto’. Ele sempre estará tentando levar alguma vantagem sobre a vítima, vampirizando-a emocional, financeira ou profissionalmente. Se você for uma profissional liberal, (ex. médica, advogada,dentista, enfermeira, etc.) procure se abster de misturar estações ‘trabalho x relacionamento’, porque, ao final, o preço disso será alto, e quem pagará caro será só você, pois, sair sem honrar seus honorários, ele(o cafajeste em questão) dirá que você foi quem ‘misturou estações’, insistindo em ajudá-lo, se oferecendo para trabalhar. Dirá que nada lhe deve, porque, se você trabalhou, foi porque qui e ele não tem nada com isso: a escolha foi sua. Em ambientes aonde haja intimidade, cuidado com câmeras de celulares e/ou animadas sessões de fotos sensuais, pois, na primeira oportunidade, o cafajeste postará todo o material nas redes sociais usando até recursos da informática para ridicularizá-la ainda mais. Procure se informar sobre o local que ele mora, se reside (ou não) com familiares, atual e real estado civil,etc. Procure levantar o passado dele, antes mesmo de aprofundar qualquer conhecimento com família dele e sua. Muitas vezes, o cafajeste não age sozinho, tem a conivência e colaboração da própria família que, ou se associa aos propósitos dele formando uma ‘verdadeira quadrilha com o mesmo DNA’, ou os familiares, já estressados com o repertório do ‘cafa’ vêem em você uma luz no fim do túnel para se verem livres do parente problemático da forma mais prática e pacífica, passando-lhe o bastão e promovendo-a à ‘bola da vez’. Se você é vítima do cafajeste, está sendo prejudicada, e a situação caiu fora de controle, admita que errou na escolha, supere o medo, a vergonha e o sentimento de culpa, vá à polícia e procure um advogado para defender seus direitos e interesses. Se você pertencer ao time das que compactuam com a idéia de lotear um cafajeste, e com ele e as demais conviver uma relação de mal-caratismo em condomínio, você está apostando, e pagando p’ra ver, jogando no mesmo nível aonde ‘Chumbo trocado não dói!’ e ‘Quem puder mais, vai chorar menos!’. No mesmo terreno a cafajestice coexistirá sem distinção de sexo. Finalmente, para se ver livre de um cafajeste. Primeiro, não atenda chamadas, não responda e-mails, coloque o endereço dele no spam e bloqueie o acesso dele ao seu perfil nas redes sociais. Instrua seus familiares e empregados para não fornecerem qualquer tipo de informação, horários e lugares que você esteja frequentando. Se tiver filhos, preserve-os de qualquer contato com o algoz. Se os empregados não atenderem sua ordem, dispeça-os. Afinal, você não precisa de espiões plantados dentro da sua casa munitorando sua vida. Se ele procurá-la em casa ou no trabalho, não atenda. Acabou: ‘a-ca-bou!’. Não receba qualquer presente ou assine recibos de prestadoras de serviço como floriculturas ou da casa comercial que está efetuando a entrega do presente. Isto poderá lhe custar parte do patrimônio. Se tiver documentos dele em seu poder, tire xerox e devolva os originais com aviso de recebimento, para evitar que ele se aproveite disto e alegue uma retenção de documentos perante autoridades policiais. Roupas e objetos pessoais, deverão ser devolvidos para a família dele, ou deixados numa caixa mediante recibo na portaria do prédio. Como há condomínios que não recebem volumes deixados por particulares, gaste um pouco e mande tudo pelo Correio com aviso de retirada na agência. Se a devolução ocorrer na casa da família dele vá acompanhada de uma ou mais testemunha(s). Seja breve, devolva, não dê explicações e ao sair agradeça por receberem as peças. Para quem mora em casa: Procure evitar devolução de objetos pessoalmente para não oportunizar troca de palavras e discussões. Peça à empregada que apenas entregue a caixa rapidamente, sem dizer nada, agindo sem empatia apenas como fiel cumpridora do dever profissional. Se o indivíduo insistir em assediá-la ligando para sua casa, desligue o telefone, solicite à operadora de telefonia a mudança de número e exclusão da linha telefônica da lista de assinantes e auxílio à lista on-line.
Se o seu celular não estiver vinculado ao trabalho, compre outro chip e mude o número também. Se ele tiver chave de sua casa ou apartamento, troque a fechadura e guarde a nota-fiscal para oportunamente utilizá-las em caso de ações judiciais cíveis ou criminais. Se morar em casa alugada, apart-hotel, dependendo do nível de assédio, mude, informando endereço somente à família e pessoas da sua estrita confiança com quem realmente possa contar com o sigilo. Se você tiver a chave da casa ou apartamento dele, devolva-a pelo correio via-sedex, enviado ao trabalho, para garantir a presença da entrega. Se for abordada por amigos comuns com especulações sobre sua vida pessoal e profissional, responda educadamente que agradece pelo carinho e preocupação, diga que ‘nada tem contra eles, mas que prefere preservar-se de qualquer tipo de contato com o ‘ex’ e espera que eles compreendam que você não gostaria que eles informassem ou intermediassem o que quer que seja entre as partes para evitar constrangimentos e promover a tranquilidade e bem-estar de todos’. Se de tudo, estas medidas não funcionarem, procure um advogado e ingresse com uma medida cautelar para garantir o distanciamento do indivíduo de você e de seu lar. Lembre-se de que a figura do cafajeste, normalmente, encontra algum enquadramento penal podendo comportar um estelionatário, assediador, agressor, promotor de ameaças e tentativas de homicídio e lesões corporais, sequestros, extorções, etc… Não caia na tentação de contar para os informantes dele algo de bom que tenha ocorrido ou esteja ocorrendo a você, algo que a deixa feliz, ou a promova pessoalmente ou profissionalmente, para que ele não diga que você está inventando algo para tentar manter o vínculo com ele ou mesmo humilhá-lo, justificando com que ele organize uma estratégia para prejudicá-la ainda mais. Não esqueça de que, quem lhe prejudica, não lhe interessa e quem não lhe interessa não deve receber qualquer informação sua ou ao seu respeito. Livrar-se de um indivíduo destes (seja ele do sexo masculino ou feminino) , negando-lhe totalmente o acesso, e oportunidades para orquestrar novas investidas, é a única forma de sair ganhando ou de estancar a fonte de prejuízos ou de evitar majoração dos eventualmente já sofridos. De tudo, os bens que a mulher mais deve proteger de um cafajeste são a si mesma e seus filhos, a sua vida profissional e depois, do lar e familiares, todos os outros. Lembre-se o cafajeste só ama e respeita os próprios objetivos.
Abaixo disto, tudo é ‘resto’. Quem risca um cafajeste da sua vida, no mínimo, garante sua paz e tranquilidade para continuar vivendo, e pode, dependendo do equilíbrio emocional, racionalidade, e oportunidade, reorganizar a vida de uma forma melhor até incluindo a possibilidade de encontrar alguém, mais belo, mais culto, em melhor situação financeira,mais inteligente, e, acima de tudo, com mais
caráter para reconhecer seus valores, e a trate melhor, construindo um relacionamento reciprocamente equilibrada com amor, justiça, fraternidade,onde o objetivo é o aperfeiçoamento e evolução de ambos com dignidade, sem humilhações gratuitas e sofrimentos desnecessários.
Uau……Qui Deliciaaaaaaaaa