São notórias as transformações sociais que se passam nas últimas décadas. Principalmente, quando se diz respeito ao papel e atuação da mulher na sociedade. Pouco a pouco, elas vêem conquistando seu espaço nos meios acadêmicos, no mercado de trabalho e nos altos cargos do poder público. Porém, a maior de todas as conquistas está ocorrendo na mente dos atores sociais.
Refiro-me a uma cada vez maior aceitação da sociedade quanto à liberdade de ir, vir e ser da mulher. Apesar de, ainda, a sociedade muitas vezes “julgar” as mulheres por suas ações, muito diferente do que faz com os homens, já se tem ciência que essa atitude é eticamente incorreta, que as mulheres, assim como os homens, devem ter a liberdade de agir ao bel prazer.
Por vivermos numa sociedade capitalista, o primeiro grande passo em direção a essa liberdade é a independência financeira feminina. Para conquistá-la, a mulher deve ser, realmente, focada, interessada, esforçada na aquisição de conhecimento e desempenho de suas funções. Atitudes que, infelizmente, vejo em poucas.
Falo realmente, pois, existem muitas pseudo- estudantes e profissionais que ao invés de confiarem na sua garra, força de vontade, dedicação e, principalmente, aspirarem conquistar suas metas e anseios, se é que são reais, preferem embarcar num relacionamento com intuito de serem sustentadas, bancadas por um homem de certo poder aquisitivo.
Será que essas mulheres estão abrindo mão delas mesmas para ficarem ao lado dos que “amam”, ou estão preferindo a acomodação perpétua? Será que o preço a pagar, por essa atitude, não é alto demais? Do que adianta ser cheia de atitudes modernas, se, por um pouco do vil metal, se submetem a uma espécie de vassalagem? Será que elas se surpreendem, se indignam, se revoltam quando são tratadas como mercadorias?
Mr. P
Tem pressa para receber sua resposta? Deseja atendimento personalizado e ao vivo? Assine um Plano Premium.
Siga o CM nas redes sociais
Posts relacionados:











Eu acho que a mulher buscou tanto a independência… e a conseguiu em muitos aspectos… só que em relação ao homem, ela ainda se vê dependente… mas não é do dinheiro… e sim de uma relação, de um homem que faz esse papel de “o homem da casa”, “o pai de família”… alguém que ela quer pra chamar de “seu”… alguém com quem ela possa DIVIDIR não só as despesas mas a vida…
Não sou contra nem a favor cada um procura viver de acordo com o que lhe faz bem e eu respeito isso sem ocupar nenhum dos lados.
Este foi um artigo muito bom Mr. P faltou ai o que vocês homens acham de uma mulher independente. bj aguardo seu comentario