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Ao contrário dos “50 tons”, o livro A DAMA DA INTERNET prendeu-me a atenção principalmente por se basear em fatos corriqueiros da vida cotidiana.

No outro, claro que nos vemos em algumas situações, mas aquele cara dos sonhos de toda mulher, xiii…  jamais existirá na vida real!

dama da internetNeville D’Almeida vai retratar uma história comum, de pessoas comuns, e que todos nós estamos sujeitos a vivenciar.

Quem aqui nunca traiu, ou nunca foi traída, que jamais flertou pela internet ou praticou sexo virtual? Então arremesse a primeira pedra!

Este livro fez-me pensar muito sobre o comportamento do ser humano, inclusive o meu. Tenho pertinho de mim pessoas que me criticam por ser muito espontânea, de encarar a sexualidade da mesma forma que olho para a vida: com a maior simplicidade, afinal, somos nós que a complicamos. Mas para mim tanto faz, tanto fez o que pensam de mim, assim como não me importo se alguém me contar que traiu, que participou de uma suruba ou que gosta de experiências homossexuais. Gente, o corpo é de vocês, então se dane o resto. Eu acho engraçado essas pessoas virem com moralismo cristão: não trepam porque está na bíblia que é pecado, mas em pensamento participam de cada orgia…

hgá seis anos, recém-separada, me atrevi aos encontros furtivos da net, e foi quando comecei a me descobrir como mulher. Foi uma fase legal, fez parte da minha história, mas hoje minhas buscas são outras.

Independente, não sou hipócrita a ponto de criticar quem faz o que já fiz! Deixa cada um ser feliz como quiser; certo ou errado, é sua história, e nos tornamos o que somos por conta das nossas experiências, portanto, jamais, nunquinha, se arrependa de algum feito, já que errar é humano, nos amadurece e nos torna pessoas melhores.



Voltando as telinhas do computador, conheço uma pá de gente que se esconde atrás de perfis fakes. Eu já não ligo de mostrar minha cara neles, muito menos em admitir aqui que as vezes frequento esses sites de relacionamentos sim, e dai?!

Aproveitando a  revelação, há seis meses me cadastrei pela segunda em alguns sites de relacionamentos, e rindo da minha própria falta de sorte, vem sendo um desastre. Ultimamente estava investido nos cinquentões, achando que não teria com eles os problemas que já tive com moleques…ilusão: eles não passam de moleques com rugas!kkkkkk

Existe tudo quanto é tipo de site: tem aquele onde procuro por uma tampa para minha panela de ferro, outro que procuro a tampa para minha panela de pressão; em outras palavras, dependendo do tipo bipolar que acordo (aproveito o termo já que virou moda nos consultórios psiquiátricos recebermos este diagnóstico se nos queixamos da nossa vulnerabilidade, oscilação de humor, etc), tem dia que busco por um grande amor, mas em períodos de cio (quero dizer, TPM) quero um cara bom de serviço só para dar conta do recado…e daí?

O único problema vem sendo a falta de sorte, portanto, digamos que estou numa fase bem morna em questão de relacionamentos.

Uma amiga disse: “Mas você está procurando em lugares errados Tati“!

Por um momento quase concordei, mas não! Não é bem por aí…

Se sou solteira, adulta, sexualmente livre, que diferença faz eu conhecer um carinha na internet ou numa mesa de bar?

Sei lá, pode ser perigoso, arriscado“!

Balela. E como saber se esse homem gentil, bem afeiçoado, não seja um psicopata e não me mate após o primeiro ou segundo encontro, já que nunca o vi, ele também  não é da minha cidade, e não temos nenhum amigo em comum?

Um cara da internet, se não for psicopata, com certeza é um tarado ou está desesperado para casar; e se não pega nada, aí tem“.

Afff, quanto preconceito! Não é bem assim… No fundo todos somos carentes, todos precisamos de afeto, atenção, embora nem todos admitamos. Até os mais namoradores não são desprovidos de amor: vai ver ainda não se surpreenderam com alguém, ou estão, não  emocionalmente preparados para assumir um relacionamento sério, afinal, dá menos trabalho sexo sem compromisso.

Esse comentário me fez lembrar tanto das cenas do casal Michel e Patrícia, que vem animando e apimentando a novela Amor à Vida, quanto de um peguete, mas que não conheci pela internet!

Amor à vida

 .

Assim como a Pati, tanto eu quanto essa pessoa combinamos de transar sem compromisso, afinal, não temos tempo, nem paciência, para abrir espaço para uma pessoa e cultivar uma relação… Será?

Já fazia tempo que não ficávamos, e este fim de semana, eu toquei no assunto de não querer se relacionar com ninguém, e pela primeira vez ele falou dos problemas com a mãe. Bingo! Eu sabia que tamanha falta de compromisso, e com tantas mulheres, só poderia ser resultado de um grande trauma. Se ele não pode ser cuidado pela primeira – e mais importante – mulher da sua vida, como confiar nas demais? Óbvio que eu não tiraria essas cartas da maga, afinal, eu respeito a sua história, que não é diferente da minha, só o contrário, porque da mesma forma que ele não confia nas mulheres, eu não confio nos homens. E na ânsia, ou medo, em poder se decepcionar, já dispensamos uma oportunidade – que poderia ser legal – antecipando-nos frente a suposta possibilidade de sermos dispensados.

Citei este exemplo para dizer que relacionamentos complicados (como este) não acontece só em encontros virtuais. Se for para dar certo, vai dar…

Um caso contrário, que também aconteceu comigo, e na época do Orkut: conheci um psicólogo, ficamos amigos, teclamos por três anos como amigos, onde nossos assuntos em comum eram a Psicologia, e quando resolvemos nos conhecer, só para transferir os papos legais das linhas para uma mesa de bar…nos apaixonamos! Tipo coisa de filme,amor à primeira vista!

Não teve um final lindo de novela, mas foram os melhores dois anos da minha vida…e aconteceu a partir de um encontro virtual!

Hoje, a internet facilita, estreita laços, e discordo que ela esfria os relacionamentos, porque rola química e tesão, mesmo sem se tocar.

Concordo que a internet nos deixa acomodados; eu na maioria das vezes prefiro trocar as noitadas pelo aconchego da minha casa, estirada na minha chass, vendo um bom filme, e teclando com um suposto homem interessante… Ops, este vem sendo o problema: eles de fato são interessantes? Porque no preenchimento dos meus perfis, a Tatiana é simplesmente a Tati e ponto, mas infelizmente não acontece isso, todos se apresentam lindos e perfeitos, e na hora do “encontro” (se é que ele acontece), a desilusão.

Mas este tipo de coisa não acontece só porque o cara saiu do virtual para o real… quantos príncipes e princesas vocês conheceram nas esquinas da vida e que viraram sapos e rãs?

Todos nós estamos sujeitos, e sem querer desanimar quem está buscando, a cada não, estamos mais próximos do sim (papo de gerente de vendas…aff|). Ou melhor dizendo, cada relação que não dá certo, entramos na próxima sabendo já o que não queremos para nossas vidas! O que não podemos é desistir, muito menos se contentar com qualquer resto de comida com medo da solidão.

Seja ou não a partir do virtual, o legal é o encontro, o olho-no-olho, para ver se vai rolar algo, e quem sabe, futuramente dar certo.

Sabe, aquela coisa de pele, que molha a calcinha só de pensar na pessoa? Eu sinto muitas saudades de estar apaixonada, e não sei se tenho medo de me envolver e não dar certo, ou de nunca mais encontrar alguém que me surpreenda e me complete.

Mas isso só vai acontecer se eu, se você, se nós nos permitirmos.

Como dizia minha psicoterapeuta: ‘quando a gente deseja muito algo, o Universo todo conspira a nosso favor’.

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Tati Daniel

Mulher bombril, mãetorista, consultora sensual e graduanda em psicologia

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