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sensivel

Rousseau, no século XVIII, falava que era preciso formar o “ser humano sensível” para que ele pudesse ser racional. O grande iluminista não estava se referindo a formação de artistas, cantores, pintores, poetas, escritores. Ele queria dizer que é necessário ter a sensibilidade apurada para que possamos entender e conviver melhor, de uma forma racional, com o mundo a nossa volta.

No decorrer do nosso processo de ensino formal somos educados para processar raciocínios lógicos, ter pensamentos cartesianos. Porém, não somos treinados a aguçar nossa sensibilidade. O resultado disso é a formação de um exército de pessoas que produzem, operam e utilizam maravilhas tecnológicas, mas desconhecem como tratar seus pares.

Diferentemente do que muitos pensam, a sensibilidade não é algo inútil. Muito pelo contrário, é o grande diferencial na nossa sociedade de informação, é o tempero que suaviza e harmoniza nossa convivência social.

Ter sensibilidade não é se emocionar ao extremo, chorar, se destemperar. Isso nada mais é do que consequência de um descontrole emocional, de uma presença de hipersensibilidade que causa mais danos a si, do que a falta dela.

Ter sensibilidade é enxergar, ouvir e pensar o mundo sobre múltiplos ângulos. É sair do “seu mundo” e se colocar no mundo do outro… Ao fazer isso, de forma automática, é gerada uma empatia e afinidade com o próximo.

Olhe ao seu redor é veja que não existe dificuldade em se relacionar com pessoas nas quais você tem afinidade de gostos e pensamentos. A empatia acontece quase que de forma automática. Pois, já que são muito parecidos, não precisa haver doses razoáveis de sensibilidade, de “sair do seu mundo” e se colocar no do outro.

O mesmo não acontece com as pessoas nas quais guardamos pouca afinidade. É necessário ter altas doses de sensibilidade, de se colocar muitas vezes no lugar do outro para termos sucesso na relação.

O “relacionamento” entre homem e mulher é um exemplo cabal disso… Machos e fêmeas, por questões sócio-naturais, veem, ouvem e pensam o mundo de maneira diferente. Portanto, são necessárias grandes doses de sensibilidade para que exista um relacionamento saudável entre eles. Isso não quer dizer que devemos dar ao outro um tratamento especial, “ultra vip”, mas sim, que, devemos, simplesmente, procurar vislumbrar o mundo da forma do outro, para que, a partir daí, tomemos atitudes racionais que façam valer nossas pretensões.

Portanto, não basta, apenas, saber o que, quando, onde e com quem se deve ter atitude A, B ou C, é necessário ter ciência que a via de acesso mais rápida e curta para o sucesso nos “relacionamentos” é aguçar a sensibilidade através da prática.

Pedro Ivo Genú

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comentários

Pedro Ivo Genú

Empresário, administrador, jurista e escritor. Adora filosofia, psicologia, história e musculação. Crê que o "caminho da vida" é a busca da evolução perpétua. Escreve e responde dúvidas sobre os mais variados assuntos.

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Deixe seu comentário

    Muito bom viu ..

    Vou fazer um, especialmente, para você Gi Raposo:
    AGUÇANDO SUA IMAGINAÇÃO
    🙂

    Fala, sério…foi vc quem escreveu esse artigo? Parabéns , muito bem escrito! Só não dá para imaginar você …praticando toda essa sensibilidade. Hahuhua…

    Hum… Perfeito!!!

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