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De quem é a culpa do fim de um relacionamento?

Em muitos relacionamentos, tanto o homem quanto a mulher acabam buscando culpados, seja pelo relacionamento não estar funcionando ou pelo relacionamento já ter chego ao fim. Geralmente quando ouvimos as pessoas comentando sobre seus relacionamentos, existem dois extremos: ou a culpa é inteiramente do outro – que apenas contribuiu para o relacionamento chegar ao fim e nada o fez para que o relacionamento desse certo -, ou a pessoa acaba se culpando. Ela toma a culpa para si mesma e acredita que se tivesse feito as coisas diferentes, o relacionamentos teria tido um desfecho mais positivo.

As pessoas que geralmente se culpam pelo termino do relacionamento são aquelas que estão mais propensas a acreditar que o relacionamento, caso exista uma reconciliação, terá possibilidades de funcionar novamente. Pois acreditam que irá mudar e que suas novas atitudes irão fazer com que o relacionamento funcione. Pois bem, para os que culpam-se, ou culpam o outro pelo fim do relacionamento, proponho uma reflexão.

Pensando que um relacionamento é uma construção, onde existem dois integrantes, podemos imaginar que dificilmente apenas um integrante é culpado pelo desfecho negativo do mesmo. Claro que às vezes em um relacionamento, uma pessoa tem mais problemas psicológicos do que a outra, seja pela questão do ciúme, do sentimento de posse e etc. Mas isto não justificaria, afinal uma relação é uma troca de comportamento feitos entre seus integrantes. Os comportamentos de um integrante em um relacionamento refletem diretamente nos comportamentos do outro e isto serve para ambos. Ou seja, todo comportamento traz outro comportamento implícito. Podemos imaginar isto com a terceira lei de newton, “para toda ação existe um reação”. Assim uma atitude irá desencadear outra, e outra, e assim respectivamente, tanto atitudes próprias quanto atitudes do outro. Isto serve para atitudes negativas, quanto para atitudes positivas.

Podemos pensar então que um relacionamento chega ao fim porque as atitudes negativas dos integrantes estão mais frequentes do que as atitudes positivas. Desta forma, os dois acabam tendo sua parcela de culpa nisto, afinal, nós podemos escolher como iremos nos comportar, independente do comportamento do outro. O mais comum é que uma atitude negativa desencadeie outa negativa no relacionamento, mas isto pode ser mudado, quando um integrante percebe uma atitude negativa no outro e tenta fazer com que sua reação seja positiva, para não iniciar um conflito.

Quando o homem se comporta de forma negativa para com a mulher, ela não necessariamente precisa se comportar de forma negativa para com ele. Ela pode escolher mudar seu comportamento, até mesmo para tentar entender o comportamento negativo deste homem. Porém, se ambos ficaram se comportando de forma negativa, o fim do relacionamento estará cada vez mais próximo e podemos entender portanto, que ambos contribuíram para isto.

Para deixar mais claro, vamos exemplificar. Pensemos em Lúcio e Carla (os nomes são fictícios, mas vamos mudar o João e Maria né?!). Eles estão namorando há 5 anos, se conheceram em uma festa com amigos em comum. De uns tempos para cá o relacionamento deles está enfraquecendo e estão acontecendo brigas constantes com o casal. Um dia o casal está brigando. Na verdade, Lúcio está brigando com a Carla pois ela saiu com um amigo e chegou em casa tarde.

Vejamos o que Lúcio esta pensando:

  • Ela saiu com este amigo que eu não conheço e chegou muito tarde em casa. Enquanto ela estava com ele, ela não respondeu minhas mensagens. Acho que ela me traiu com ele.

E os pensamentos de Carla:

  • Ele é apenas um amigo de muitos anos, eu jamais teria nada com ele. Chegamos tarde pois estávamos conversando sobre quando éramos criança e estava muito divertido. Não pude avisar o Lúcio pois não levei o celular. Ele não tem o direito de estar com ciúmes.

O pensamento de Lúcio leva ele a cobrar de sua namorada algumas respostas, mas ele o faz de forma agressiva, já insinuando que ela teve relação sexual com seu amigo e que ficou até tarde pois estava na casa dela. Veja bem, Lúcio está tratando de forma negativa sua namorada, com crenças disfuncionais e infundadas de uma traição.

Ao ouvir isto, Carla sente-se completamente ofendida, e com isto, ela começa a também tratar seu namorado de uma forma agressiva e negativo, gerando assim uma grande briga que pode levar o relacionamento ao fim.

Neste nosso exemplo, ambos os integrantes do grupo estão agindo de uma forma disfuncional e caso o relacionamento chegue ao fim, é muito provável que Lúcio diga que a culpa do término é de Carla pois ela o “traiu”. E Carla irá dizer que a culpa é de Lúcio, afinal é muito ciumento. Desta forma, ambos estão se isentando de suas responsabilidades sobre o término do relacionamento, atribuindo a culpa ao outro. Mas não pensam que ambos agiram de maneira negativa e disfuncional.

Esta briga dos dois poderia ter tomado um rumo completamente diferente se ambos tivessem sido honestes e conversado sobre seus pensamentos. Ou seja, Lúcio poderia ter conversado e falado que estava se sentindo inseguro em relação a sua namorado por ela ter saído com outro homem, que ele desconhecia, ficando muito tempo sem comunicar-se com ele enquanto Carla poderia ter explicado sua relação com este seu amigo, e até explicar quão infundados estão os medos de Lúcio. De forma ficasse claro para ambos o que realmente aconteceu, sem que existisse precedente para surgir determinada situação negativa.

Portanto, em um relacionamento, é preciso estar ciente das próprias responsabilidades e, quando falarmos de relacionamentos passados, é importante refletir sobre o que contribuiu para que o mesmo não funcionasse e principalmente, prensar em como agir para que não sejam cometidos os mesmo erros. Desta forma, a probabilidade de termos um novo relacionamento funcional, sem tantos desentendimentos é muito maior.

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O Cérebro Masculino é um blog feito para ajudar as mulheres a entenderem como funciona a cabeça dos homens.

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