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Tenho 34 anos. Sou casada há nove e meu marido é estrangeiro, turco. Há quatro anos viemos para Turquia. Eu fui muito feliz até descobrir que meu marido estava me traindo. Sou uma pessoa muito explosiva. Quando soube, bati nele e quebrei a casa toda. Ele nada fez. Estava se sentindo culpado e arrependido. Disse-me que não gostava dela e que só traiu por acaso, porque estava entediado, algo assim.

Ele prometeu que nunca mais a procuraria e, depois de três dias, decidi perdoá-lo. Depois de uma semana, estava olhando o celular dele e achei o número da mulher na agenda com outro nome. Fiquei furiosa e explodi. Joguei as coisas dele na rua e mandei desaparecer da minha vida. Ele saiu de casa dizendo que iria se matar. Realmente, me deu medo que ele fizesse isso e me senti culpada caso isso acontecesse. Ele ficou muito mal. Pedi para ele voltar para casa, mas, depois disso, qualquer coisa eu desconfiava.

Tivemos algumas brigas e começamos a nos agredir fisicamente. Eu começo e ele desconta. Ate que há mais ou menos um mês, voltamos a ficar realmente bem. Do nada, tive um ataque de fúria, quando lembrei tudo que ele fez, e comecei uma briga feia com ele. Quando ia dar uma cadeirada nele, ele me deu um soco na cara, com tanta forca, que meu rosto deformou na hora. Chamei a policia e dei parte dele. Estou há uma semana com um olho roxo e com o coração partido. Não sei se deixo ele aqui e vou embora ou perdoo mais uma vez.

OBS: Temos uma filha de nove anos que sabe de tudo.


Destemperada leitora;

Se intitular calmo e tranquilo, apesar de ser cada vez mais difícil na nossa sociedade atual, é algo não muito complicado de ser feito nas condições normais do dia a dia. Porém, a verdadeira calma e tranquilidade se manifestam diante do autocontrole nos focos de tensão. E, mesmo assim, isso não impede que grandes gestores da sua mente tenham momentos de descontrole ao atravessarem certas turbulências psíquicas. Portanto, mesmo as pessoas mais controladas são passíveis de se destemperar.

São nesses momentos de tensão que cometemos nossos maiores erros. Estes podem tanto ter consequências sócias, nos relacionamentos com as pessoas, como legais de chegar ao ponto de arruinar uma vida. Quantos “crimes contra a pessoa” não são cometidos, diariamente, por aqueles que não conseguiram gerir sua mente num foco de tensão?

Não devemos nos portar como um carro descontrolado descendo uma ladeira. Devemos aprender a controlar nossa mente e nossos impulsos, principalmente, nos momentos mais tensos de nossa vida, que é quando cometemos nossos maiores erros.

O seu caso apresenta não só uma total falta de gestão psíquica, o que é comum, mas também uma predisposição à agressividade, o que não é, e nem deve ser tolerável em nossa sociedade. Ser agressiva só lhe trará sanções sociais, legais e físicas. Pois, não só o nosso meio social irá excluí-la, como o Estado puni-la e, nesse meio tempo, você corre o risco de ser agredida, já que, o normal do ser humano é reagir, de imediato, a uma agressão física sofrida. Afinal, ninguém vai querer ficar apanhando, muito menos, levando uma cadeirada e não fazer nada.

Agressão é algo que não deve ser tolerado, independentemente, de gênero. Se alguma mulher acha que pode sair batendo em homens por aí, apenas, porque é mulher, só a desejo sorte e um bom plano de saúde, porque, muito possivelmente, ela irá precisar.

O ideal é que você procure ajuda profissional para você, tanto para trabalhar o autocontrole, quanto canalizar a agressividade, e para sua filha, a fim de verificar como anda a saúde mental dela depois de presenciar seus “exemplos” se agredindo. No mais, por tudo que aconteceu, mesmo que seja contra sua vontade, a realidade é que seu relacionamento não existe mais. Você tem, muito, o que fazer por si e por sua filha e mais nada a fazer por ele. Não tenha medo de recomeçar e siga em frente.

Pedro Ivo Genú

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Pedro Ivo Genú

Empresário, administrador, jurista e escritor. Adora filosofia, psicologia, história e musculação. Crê que o "caminho da vida" é a busca da evolução perpétua. Escreve e responde dúvidas sobre os mais variados assuntos.

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    tenho um relacionamneto a quase dois anos, ele desde o começo sempre fez muitas cobranças sempre com muito ciumes, ja no começo ele sempre falava palavroes absurdos e eu acabei ficando do mesmo jeito sempre vendo deifeito em tudo, estamos bem e do nada começa a confusão as ofenças e acabamos em tapas socos arranhoes, ficamos sem se fala mais agente so briga se ofende e nw conseguimos larga dar um ponto final de vez. nw sei mais o que fazer ja larguei tudo axo que agora tbm estou parando de viver.

    Quando as palavras ferozes se materializam estamos no último estágio da falta de amor, respeito, tolerância e claro nesse caso é melhor cada um seguir seu rumo antes que nenhum possa continuar vivendo.

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