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Namoro há três anos. Dois anos atrás, meu namorado viajou sozinho com a família. Na época fiquei muito abalada, com medo de ser traída. Quando ele voltou, ficou tudo bem.

Há dois meses, descobri que ele teve a oportunidade de me trair na viagem… Ele jura que não traiu, mas não entra na minha cabeça… Eu o desculpei, mas isto me pertuba.

Não sou feia, nem gorda, ao meu ver, sou bonita… Recebo vários elogios, mas da pessoa que queria escutar, não escuto. Queria saber se um homem que está há três anos em um relacionamento cansa de uma mulher que faz sexo com ele toda semana e até faz algumas fantasias amorosas.

Vamos analisar sua dúvida por partes, pois nelas residem elementos chaves para quem pretende ter ou manter um relacionamento saudável e, principalmente, duradouro:

-“Namoro há três anos. Dois anos atrás, meu namorado viajou sozinho com a família. Na época fiquei muito abalada, com medo de ser traída. Quando ele voltou, ficou tudo bem.”

Inexiste relacionamento sem confiança. Por isso, não confia, não namora, não casa, não se relaciona. Pois, será muito desgaste, na maioria das vezes fantasiosos e por sua vez desnecessários, para algo com data de validade iminente. Agora, se a falta de confiança for fruto do pensamento: “Se fosse eu, faria. Portanto, ele(a), também, faz”. Pise no freio que é você que não está preparada(o) para se relacionar com ninguém.

-“Há dois meses, descobri que ele teve a oportunidade de me trair na viagem… Ele jura que não traiu, mas não entra na minha cabeça… Eu o desculpei, mas isto me pertuba.”

Aqui entra, novamente, o pilar da confiança com o agravante de que se alguém for pensar que só porque o parceiro “pode” ou “teve a oportunidade”, irá “fazer” ou “trair”, com certeza, irá desenvolver psicopatias, principalmente, se o outro tiver elevadas características geradoras de atração ao sexo oposto e saber como utilizá-las… A grosso modo, pensar assim, ainda exigindo desculpas descabidas, te coloca a um passo da loucura.

– “Não sou feia, nem gorda, ao meu ver, sou bonita… Recebo vários elogios, mas da pessoa que queria escutar, não escuto.”

Enquanto as mulheres se limitarem a exercer sua vaidade (sentimento existente em todo o ser humano, que, a grosso modo, representa o desejo de atrair admiração de outras pessoas), exclusivamente, pelos seus traços físicos, muito raramente, deveriam ser dignas de palavras elogiosas.

Afinal, elogios devem ser fruto de merecimento ou esforço, que não estão presentes no simples fato de ter nascido belo(a). Todavia, com relação à imagem externa, inúmeras vestes e adornos podem criar uma harmonia elogiosa, principalmente, quando a intenção é agradar aquele do qual se quer “tirar um elogio. Se a mulher usa algo, principalmente, que agrade, ou na intenção de agradar é bem vindo um elogio”, desde que seja sincero e genuíno.

Muitos homens não entendem isso e elogiam, sem motivo, em demasia, ou, simplesmente, mesmo querendo, não elogiam em nenhum momento. Dois grandes erros que tem suas raízes na baixa autoestima, que, infelizmente, na contemporaneidade, se abate não só na maioria das mulheres, como na maioria dos homens.

– “Queria saber se um homem que está há três anos em um relacionamento cansa de uma mulher que faz sexo com ele toda semana e até faz algumas fantasias amorosas.”

Não há como tratar esta indagação sem me remeter ao que, no meu humilde e simplório entendimento, é a grande causa do “esfriamento” e término da maioria dos relacionamentos: A  falta de consciência e a difícil realização da diferença entre desejo e excitação. Não me aterei a detalhes, já que pretendo, em outra oportunidade, escrever artigos pormenorizados, dando a devida importância a esse assunto.

Não obstante, genericamente, “desejar intensamente”, salvo raríssimas exceções, não caminha lado a lado com relacionamentos duradouros. Por isso, se ambos não forem sabedores que, com o passar do tempo, que é diferente para cada um, tanto o desejo, quanto o sentimento de ser desejado(a) diminui, se frustrarão e se desentenderão.

A diminuição do “desejar” do casal não quer dizer vida sexual deficitária, pois, a excitação proveniente do toque, principalmente daqueles parceiros que se conhecem a longas datas, tem o mesmo papel do “desejo intenso” que, a grosso modo, é o “estímulo” para copular com o outrem.

Em síntese, se ambos utilizarem a racionalidade para não serem “escravos do desejo” e agirem, sempre, no intuito de preservar o relacionamento que constroem dia após dia, a realização e satisfação sexual de ambos só tende aumentar com o tempo.

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comentários

Pedro Ivo Genú

Empresário, administrador, jurista e escritor. Adora filosofia, psicologia, história e musculação. Crê que o "caminho da vida" é a busca da evolução perpétua. Escreve e responde dúvidas sobre os mais variados assuntos.

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    hehehe =)

    Nossa Lilith você com sua resposta descreveu o meu marido na matéria elogio. Ele é justamente destes.
    (Ou então, elogia uma vez, e depois não vê necessidade de continuar elogiando, já que está subentendido que ele a considera bonita.)

    Bom, se não existe nenhuma prova ou indício de que ele a traiu, então ela não pode culpá-lo por nada. E o fato de ele não elogiá-la pela aparência não significa que não goste. Tem gente que não tem costume de elogiar mesmo. Ou então, elogia uma vez, e depois não vê necessidade de continuar elogiando, já que está subentendido que ele a considera bonita.

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