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Voltei antes do dia marcado, não aguentei. Conversava pela internet com uma leitora, e as ideias ferveram a mil!

Quanto mais ouço e conheço as mulheres, mais tenho a certeza de que o que escrevo de mim, na verdade, é o que escrevo de nós. A diferença é que aqui eu me assumo sozinha… em nome de todas!

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São histórias diferentes, de níveis sócio-culturais distintos, mas no fundo muito em comum, onde todas esperam/buscam a felicidade ao lado de alguém que as vejam simplesmente… como mulheres (eita carência desgraçada!)

 

Há muito tempo protestamos por um reconhecimento social e o conquistamos, também provamos que somos tão boas quantos os homens (eis a competitividade no mercado de trabalho)… mas inconscientemente ainda nos sentimos frágeis; mesmo independentes somos emocionalmente como a uma caca de galinha (embora ninguém assuma!).

A maioria das solteiras e sentem a última carta do baralho, bem como muitas casadas se culpam pela promessa feita diante a Deus e pelo contrato assinado perante os homens (afinal, para sempre é tempo demais!!kkkk), mas não precisa também se condenar tanto por se sentir assim mulher!

Bom, às solteiras eu devo puxar a orelha: estão vivendo a melhor fase da vida (como todas são) e quem ainda não se deu conta, está perdendo tempo!hehe

Já às compromissadas…é muito lindo e perfeito ver o mundo quando se está apaixonado, mas é infantil acreditar que o mar de rosas vai durar por toda vida, afinal, a rotina chega, afastando ou acostumando o casal com a nova situação!

Claro que amores são sempre possíveis sim! Mas possuem prazos de validade…

Não é porque me divorciei duas vezes (a segunda nem considero, uma hora dessas eu conto) que desacredito no amor e não tenho competência para falar a respeito, afinal, como citei no início, as histórias que ouço somente se repetem.

Também não penso que todos os casamentos estão condenados ao fracasso proporcionado pela Dona Rotina, até mesmo porque quando alguns casais percebem sua aproximação, tratam de reverter o quadro…  Mas quantos estão dispostos a lutar a favor do amor, a ouvir o outro com empatia?

Claaaaro que todos dirão ‘da boca pra fora’ que estão sempre dispostos a colaborar, mas na prática a história é outra, senão, não seriam tantas as (mesmas) queixas deles numa mesa de bar, ou delas, na cadeira da manicure!

O ser humano é naturalmente insatisfeito ou impotente o bastante para não fazer nada por si?

Algo a se pensar, mas somente aos corajosos que estão prontos para se ouvir e fazer a lição de casa…

Quando isso acontecer (e se acontecer),  pode ser que você descubra que é afortunada pelo amor de sua vida ser pai dos seus filhos, mas o mais comum e provável é que perceba que sente vontade de trair, ou então que deseja perder a vergonha e virar uma safada para o parceiro ( isso é muito bom!!!), ou ter mais parceiros, ou ainda, reconhecer uma pontinha de inveja da vizinha separada por querer estar no lugar dela!!!

Também existem casos de certas insatisfações que não justificam um rompimento, que são resolvidos a curto ou longo prazo, com o hábito do diálogo ou com uma ajuda psicológica (psicólogo, líder espiritual, guru, ou sei lá eu o quê).

Não tem nada de errado – nem pecado – estar com alguém e fantasiar  ou desejar o que é alheio. É comum após uma briga séria, daquelas que o marido enche a cara todo dia, a mulher se masturbar imaginando estar com o melhor amigo dele (uma forma inconsciente de vigança) ; também é compreensível você desabafar – após alguns anos casada – que o felizes para sempre é tempo demais para passando transando com uma única pessoa…

Se lhe conforta saber que não é a única, então relaxa, não se julgue tanto, afinal, pensamento é pensamento, é natural, inato, instantâneo, e foge ao nosso controle; acontece com muitas mulheres, só que ninguém conta, muito menos admite!

Não significa que não gosta mais do marido:  casais apaixonados podem se afastar e a relação esfriar… e daí? Ou então você pode descobrir que não sente nada mais por ele  e ainda assim não faz nada: você não será a primeira nem a última covarde com medo da solidão!

Em ambos, só será um problema se estiver lhe incomodando, mas daí é com você!

Resgatando para reflexão a postagem do Marcos, talvez seja hora de reconhecer que a sua grama pode ser tão verde quanto a do vizinho, desde que também seja bem regada, adubada, aparada… nossos relacionamentos merecem este mesmo cuidado se quer que eles resistam às erosões do tempo!

Ou então seja hora de fazer uma terraplenagem, plantar um lindo e novo jardim… Lembrando que após o terreno ser preparado, leva um bom tempo para as sementes germinarem, mais ainda para as plantas florirem.

Disposta a fazer algo por você?

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comentários

Tati Daniel

Mulher bombril, mãetorista, consultora sensual e graduanda em psicologia

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    Boa!

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