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Apesar da comédia “De pernas pro ar” ter sido novidade e agradado muito o público, ela expôs um ramo de negócios que não é tão novo assim no Brasil. Não é de hoje que muitas mulheres se sustentam, e às suas famílias, vendendo produtos sensuais e eróticos, e hoje, o Brasil vive a Síndrome da Alice, não a Alice de “Alice No País Das Maravilhas”, mas a Alice do filme mencionado: quem não tem emocional, não sabe ser profissional, e não tem diferencial nos atendimentos, não fará a diferença nas vendas!

O termo sacoleiras surgiu quando desempregados recorreram a revendas de pechinchas; em seguida, donas-de-casas, manicures, cabeleireiras, também aderiram à febre por uma renda extra. Porém, eu concordo com Paula Aguiar (Presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual – ABEME), ao afirmar que vendedoras de sex shop são muito mais que sacoleiras: são Consultoras Sensuais Independentes, afinal, fechamos nossas vendas com atendimento vip e personalizado! Achavam que a internet acabaria com as lojas físicas, e estas com as consultoras… que nada!!! No boom das consultoras a tendência vem sendo a abertura de mais sex shops, e a inserção desses produtos em lojas de outros segmentos.

Atualmente encontramos consultoras que atendem à domicílio, que vendem online, por catálogo, promovem cursos e reuniões entre as mulheres, as ‘Tuppersex’; e também os famosos chás de lingeries para comemorar a despedida de solteira da noiva, happy hour, aniversários femininos, amiga secreta, sempre na versão sensual.

Hoje, o desafio vem sendo muito grande, porque mesmo vivendo numa sociedade mais democrática e liberal, ainda enfrentamos o preconceito, a rejeição e a falta de compreensão sobre o ramo dessa atividade, confundindo muitas vezes nossa verdadeira função.

Apesar de tanta liberdade – e libertinagem – ainda há receios por entrar numa loja de sex shop! 1

Independente do motivo, é onde somos requisitadas e nos aproximamos mais da cliente. Eu, particularmente, sou suspeita para elogiar meus atendimentos, mas todas o fazem e confirmam: tem diferença sim!

As clientes ficam mais a vontade para expor suas dúvidas e problemas, e a partir disso, sabemos onde orientar e sugerir qual o melhor produto a ser adquirido.

Já ouvi ‘n’ vezes: “Tati, fui numa sex shop e propositalmente perguntei sobre um produto e a vendedora simplesmente não soube indicá-lo”.

Ou ainda, “Perguntei qual dos excitantes era o mais indicado e a grossa respondeu: não sei, não uso”! E coisas do tipo que JAMAIS qualquer vendedor (a) de produtos eróticos deve cometer o pecado de falar.

Para esclarecer tantas dúvidas sobre tantas novidades, a ABEME lançou um livro que toda ‘consultora’ deve ter na sua bolsa: Sex Shop na Sacola.

Quem não puder adquiri-lo pode baixar a Cartilha da Consultora no próprio site da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual: http://www.abeme.com.br/

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Tati Daniel

Mulher bombril, mãetorista, consultora sensual e graduanda em psicologia

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