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Essa é uma série de artigos relacionados a sexualidade, sexo e afins. Tentarei ao longo dos textos expor questões pertinentes a esse tema e que possam acrescentar algo a vida das pessoas de maneira que o conhecimento sejaPorno como uma janela aberta para outras possibilidades de crescimento pessoal e por que não sexual?

Primeiramente vou tratar da questão da pornografia e sua história de uma maneira geral, do cinema e do sexo propriamente dito já que ele faz parte e é o motor dessa coluna. Bom, a própria palavra pornô possui uma sonoridade que não favorece o seu embelezamento e nem de longe esse termo remete a algo agradável e interessante aos olhos daqueles que gostam ou amam, exceto por aqueles que são consumidores desse tipo de produto e que não fazem questão alguma de entender o nu e a relação sexual como algo do âmbito dos relacionamentos.

Free ride (1915) e On the beach (1916) podem ser tidos como os primeiros filmes oficiais do cinema pornô e ao longo de muitos anos a pornografia foi um elemento que residia à margem de tudo que acontecia na sociedade. Eram produções de caráter caseiro e restritas a um público frequentador de bordeis. Foi um mercado que começou no mundo underground.

No entanto, a estética e pluralidade criativa, foi fazendo com que esse mercado ganhasse espaço de modo que as produções a partir da década de 60, se tornassem mais exigentes com relação a uma narrativa de qualidade.

Porém, a narrativa e pluralidade deram apenas um pequeno contorno ao que era produzido, mesmo com isso, as cenas sempre foram carregadas de um sexo dito “sujo”, aquele onde a mulher é tratada puramente como objeto, levando tapas, sendo puxada, arrastada, de certa maneira humilhada, virada, apertada com força, penetrada por vários homens como se fosse uma máquina de fazer sexo e nada mais.

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Na mesma linha os homens eram tratados como SuperHomens, com seu físico definido e ereções intermináveis, que faziam com que as relações ficassem repetitivas e até chatas, uma vez os diálogos sempre foram fracos, com muitos gritos e gemidos forçados, sem a menor possibilidade de causar tesão em alguém que procure algo diferenciado para lidar com sua própria sexualidade. As atrizes se colocavam nesse papel, fazendo caras e bocas pois a imagem social que se passa da mulher que gosta de sexo é aquela onde só há espaço para ser a “pervertida” porque seria isso que os homens gostam. O fato é que de longe essa é uma interpretação totalmente incorreta que estabelece estereótipos e reforça o papel da mulher como sendo submissa, sem ao menos ter direito ao prazer como escolha natural sua.

Será que isso mudou? Existem outras maneiras de enxergar a mídia dentro desse contexto? Deixarei essas e outras questões para os próximos textos.

Até mais!!

Márcio Oliveira

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Márcio Oliveira

Psicólogo, consultor de relacionamentos e quase Mestre pela USP-SP. Meio NERD, completo romântico, mas não abre mão de um intenso beijo na boca e um alinhamento entre coração, corpo e mente.

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