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Troca-troca

Sexo Tati Daniel
casais

Dizem que swing é um estilo de vida pouco conhecido, na verdade, pouco comentado isso sim, afinal, raras as pessoas que se expõem e admitem serem adeptos.

Apesar de ser ‘modinha’ entre os jovens – que usam da balada dessas casas para terminar a noite transando com todo mundo – os casais que frequentam, justificam que buscam uma diversão mais apimentada, buscando novas experiências (num sentido mais elevado) para um relacionamento…falido?

“Não!” – respondem esses casais. Ainda resta amor, só estão cansados da rotina!

Novamente a bela e doce rotina (quero ainda criar um post sobre ela!!!)…

Este ano tive minha primeira ‘quase’ experiência.

Um casal e amigos adeptos me chamaram para sair dançar. Como estava no carro deles, e eles avisaram já na frente da casa, não ia ser chata a ponto de estragar a noite deles.

O local que fui era muito chulambento (disseram que na capital eles freqüentam casas melhores), as pessoas eram mal encaradas e mal vestidas (desculpa a minha petulância, mas nunca saio, quando saio gosto de vestir, cheirar, comer e beber bem).

Não critico quem freqüenta, e nem poderia (consultora sensual, representante de produtos eróticos e estudante de psicologia!!rsrs), mas esse tipo de diversão não é minha praia.

Já na entrada uma balada quase que normal, se não fosse os strippers. No andar de baixo, o inferninho!


Para me apresentarem o local, entramos os três na ala dos solteiros. No local pude observar que o público que freqüenta varia entre 25 e 40 anos, e é regra todos usarem preservativos. O ‘assédio’ dos homens é bem sutil, com olhares, no máximo um toque,  que interpretamos como um convite que pode ser rejeitado com um sorriso do tipo ‘desculpa mas não vai rolar com você”, ou não (vi mulheres se escancararem como resposta!kkkk).

Já na ala dos casados, a amiga me cedeu o marido, mas não sei se por estar ao lado dele, ou porque na época eu ainda estava sofrendo de amor, apenas lembro que me constrangi muito, mal olhei ao lado. Preferi ficar ao lado de fora, na ala dos fumantes, jogando papo fora enquanto os dois entraram ‘brincar’!!!!rs

Mas o mais constrangedor mesmo foi encontrar um casal conhecido da minha cidade. Não me importo do que eles pensaram ao me ver, até mesmo porque eu estava sentada na ala de fumantes, e mesmo que se estivesse me divertindo, estaria fazendo o mesmo que eles… Coitados, estraguei a noite de ambos, que trataram de ir embora depois de descobertos!

Nada a ver, cada um faz o que quer da vida, eu não critico nem repudio.

Mas curiosa não agüentei, tive que perguntar mais tarde para o casal de amigos que me levou, como eles conseguem trocar.

Disseram que é meio que fetiche, tem homens (mulheres também) que ficam excitados em ver outra pessoa possuindo sua parceira. Mas o motivo principal é apimentar a relação deles: pelo menos por algumas semanas, quando transam, eles se imaginam e fantasia o sexo com as pessoas que transaram.

Mesmo assim não entendi como ‘compartilhar’ pessoas que amamos com pessoas desconhecidas, e a amiga respondeu que tem que amar muito!

– Como assim amar muito?

– Tem que amar muito, oras, a ponto de você não ter ciúmes, de chegar em casa não brigar. Só quem ama consegue superar tudo isso, é muito forte Tati!

De fato,  andei pesquisando e uma boa parte de casais que resolvem experimentar esse troca-troca, brigam e se separam depois disso. Uma das partes passa a desconfiar da outra parte, e qualquer coisa é motivo para achar que o outro vai trair.

Detalhe: casais que praticam swing não traem, ok? Ao menos eles não enxergam dessa forma!

A maioria transa sem mesmo perguntar o nome da pessoa, muito menos trocar telefones, então não é traição.

Como disse essa amiga:

‘É só uma vagina Tati, porque é o meu nome que ele chama, ou é para mim que ele olha enquanto penetra em outra mulher’.

Vai entender… depois eu que sou a louca!kkkkkk

Brincadeiras a parte, não acho loucura, acho que a vida tem que ser vivida cada qual a sua maneira, mas vale acrescentar que é sempre bom analisar, ponderar, até que ponto essa prática é algo boa, se realmente é algo a acrescentar para o casal. Buscar algo fora para manter uma relação que está internamente falida, valerá a pena à longo prazo?

Não existe certo ou errado, existe o que é bom para você(s). É um contrato, e se o casal aceita o acordo, quem somos nós – os de fora – para opinar???

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Tati Daniel

Mulher bombril, mãetorista, consultora sensual e graduanda em psicologia

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