A Mulher Ideal

Hoje  mudei meu post na última hora.  Estava revendo e-mails antigos, pois acabei de retornar de uma viagem, quando me deparei com este interessante depoimento de um editor da Revista Época.

Como disse, interessante, não que reflita minhas ideias ou pontos de vista, mas como já disse anteriormente, minhas pesquisas têm como base aquilo que possa ser do interesse de vocês, leitoras.

Para amenizar ao final um texto sobre o amor de Clarisse Linspector.

Aliás, gostaria muito de receber críticas sobre um de meus primeiros posts, “Amor Via de Mão Única”.

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Concordam? Não concordam? Não é bem assim?

Enfim, quero saber mais o que vocês pensam e o que acham, senão fica monótono escrever sem receber um feedback.

Por favor, comentem, passem para as amigas, encaminhem como fazem com tantas mensagens que recebem.

Desde já, meu muito obrigado.

Espero que apreciem e analisem o texto, afinal é a posição de um homem, editor e formador de opinião dada a abrangência da revista para a qual escreve.

Aguardo ansioso por seus comentários.


A mulher ideal

O que ela tem que as outras não têm

IVAN MARTINS

É editor-executivo da Revista ÉPOCA

De vez em quando, as circunstâncias me levam a perguntar a mim mesmo quem é o meu tipo de mulher ideal.  Acho que acontece com todo mundo, não? Diante de um rompimento doloroso ou confrontados com a possibilidade de um compromisso, somos forçados a pensar sobre o tipo de pessoa que nos faria felizes.

Eu mesmo nunca fui bom em responder a essa pergunta.  Sempre a considerei um exemplo de racionalidade mal aplicada.  De que adianta concluir que eu gosto de loiras com alma de escritora, se eu vou acabar envolvido com uma morena com corpo de passista?  A vida é implacável com as nossas convicções.  E morre de rir das nossas certezas.

Uma vez, milênios atrás, eu estava na porta do cinema com um casal de amigos.  Eles queriam me apresentar uma garota, com quem achavam que eu teria alguma afinidade.  Ela veio chegando, eles a mostraram à distância, e eu descartei: “Não é meu tipo”.  Cinco anos depois, eu gemia no escuro por causa dela, que tinha me dado um pé na bunda.  Foi uma das relações mais marcantes da minha vida – e nem era meu tipo…

Mesmo assim, hoje em dia me parece útil refletir sobre as qualidades e os defeitos que cativam cada um de nós.  Ainda que seja de uma forma provisória. Não sei se isso ajuda conscientemente nas nossas escolhas, mas certamente contribui para um melhor entendimento de nós mesmos. Como dizia um amigo meu, nada explica mais sobre uma pessoa, do que a escolha que ela faz de parceiros.

Mas, ao pensar na mulher ideal, não me vem à cabeça uma lista, como aquelas captadas pelas pesquisas americanas, em que se enumeram características bem específicas.  Recentemente, uma sondagem de opinião com as mulheres da Geração Y (que ainda não fez 30 anos) descobriu que o homem ideal, além de bem-sucedido, bonito, seguro, sensível e inteligente, além de atleta, gourmet e hábil administrador financeiro, deveria ser também “inspirador”. O que diabo quer dizer isso?

Não.  Quando eu penso na mulher ideal tendo a olhar para trás e fazer um apanhado das características das pessoas que passaram pela minha vida. Lembro delas e sou forçado a concluir que aquilo que me agrada ou desagrada nas mulheres não é tão diferente daquilo que me agrada ou desagrada nas pessoas em geral.  Trata-se de temperamento e de personalidade, nunca de currículo.  O que a pessoa tem, fez ou sabe, tende a ser uma consequência do que ela é – e nesse pedaço do “ser” se fixa o meu interesse.

Feitas essas ressalva, vamos à descrição da Mulher Ideal, com tudo o que ela tem de arbitrário e pessoal. Talvez ajude algum sujeito por aí a entender as suas próprias preferências. Talvez ajude as mulheres a refletir sobre o que vai pela cabeça conturbada dos homens:

Quando eu penso na mulher ideal, o primeiro adjetivo que me vem à mente é afetuosa.  Aprendi, com o passar dos anos, que gosto de ter ao meu redor gente que se vincula e que demonstra carinho, sem ser chata.  Racionalidade e distanciamento são virtudes importantes, mas elas não me comovem.  Eu gosto de mulher doce.

Outra coisa da qual eu gosto é elegância, entendida como um jeito de se relacionar com o mundo e com as pessoas.  Não se trata apenas de roupas.  A elegância de que eu falo começa no jeito de andar, mas se expressa, sobretudo, em atitudes e palavras.  É uma mistura de harmonia, altivez e senso de humor.  Eu me incomodo cada vez mais com grossura e vulgaridade.

Tolerância é fundamental.  Todo mundo que tem algum conhecimento sobre si mesmo sabe que seres humanos são falíveis e contraditórios.  É preciso apreciar a diversidade dos comportamentos e olhar para os demais com generosa ironia.  Mulheres bravas, que só recriminam as pessoas em volta, me trazem más recordações.

Eu gosto de gente rebelde.  Não precisa ser a Rosa de Luxemburgo, mas alguma dose de indignação e engajamento é essencial.  Pessoas que não percebem as injustiças ou não se incomodam com elas me incomodam.  Gente que só olha para a própria barriga também não me vai.  A mulher ideal tem de ser cúmplice quando o sujeito estiver exasperado com o andamento do mundo.

Olhando para trás, percebo que eu aprecio a originalidade.  Não gosto de mulher igual às outras mulheres, por mais bonita que seja.  Quem se confunde com o bando não me atrai.  As pessoas têm de ter luz própria, personalidade, estilo.  Defeitos, talvez.  É isso que as torna interessantes e, às vezes, indispensáveis – onde você vai arrumar outra mulher como aquela se ela é única?

Beleza é essencial, claro – mas ela vem em vários formatos.  Loira, alta, magra e de olhos azuis? Não precisa.  Cabelos castanhos são lindos, opulência é sensacional, baixinhas são sexy e há dezenas de formatos de rostos irresistíveis.  Existem também a graça e a sensualidade, sem as quais a beleza fica muda.  Na vida real não se aplica o padrão das passarelas ou mesmo das novelas, mas beleza ainda faz diferença.

Por fim, eu admiro as mulheres leves.  Não, não se trata de magreza. É um jeito de olhar para a vida sem mágoas, com curiosidade e interesse.  É a facilidade de rir e de se surpreender, de ficar feliz.  O oposto disso é a mulher amarga, rancorosa, mal humorada. Isso afasta.

Haveria outras coisas a acrescentar ao perfil da Mulher Ideal: inteligência, independência e até mesmo, como diria Vinícius de Moraes, uma indefinível e ocasional melancolia.  Mas o que temos na lista é suficiente para marcar o meu ponto de vista e começar a discussão. Existe ou não a Mulher Ideal?

Fonte: Ivan Martins – Revista Época 07/04/2010

Meu texto do dia

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade. . .  Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo.  Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram. . .  Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
– E daí? EU ADORO VOAR!

Clarice Lispector

Carioca, 62 anos, corpinho de 60 e cabeça de 50. Feliz e disposto a descobrir novas felicidades em cada momento da vida. Há algum tempo, com minha experiência e vivência, resolvi me dedicar a observar as coisas, pessoas e acontecimentos, ao meu redor, utilizando este conhecimento para melhorar minha qualidade de vida, junto às mulheres, amigos, parentes, colegas de trabalho e às vezes até com pessoas que pouco conheço, usando apenas informações. E acreditem se quiserem, não é que começou a dar certo. Acertava quase sempre, quando emitia uma opinião. No meu casamento então, funcionou que foi uma beleza. Aprendi a ouvir minha mulher em assuntos que antes considerava como exclusivamente meus. Não que não erre ou não me machuque. Sou normal, tenho qualidades e defeitos, mas consegui ter um índice grande de acertos, conseguindo assim evitar cenas em que a DR (discussão de relacionamento) iria para o buraco, senão definitivamente, pelo menos temporariamente. Minha mulher aprendeu a não só respeitar o que digo, como a observar como eu, tudo o que se encontra a sua volta. Casado há dois anos, depois de seduzido e sequestrado por uma baiana. Um metro e meio de pura sedução e gostosura. Vou repetir, estou feliz. Muito feliz. Três casamentos, quatro filhas e um casal de enteados dão-me a vivência necessária e suficiente para me associar ao Doutor Neurônio e participar deste blog. Afinal, graças às nove mulheres de minha vida (quatro mulheres - esposas -, quatro filhas e uma enteada), sem contar minha mãe e irmãs, posso garantir que ninguém conhece mais bolsas e sapatos que eu. Sei exatamente quase tudo o que elas querem, seus desejos de consumo, seus sonhos e até mesmo o tipo de surpresa causada por cada presente. Se chegarmos à parte de roupas íntimas, desde que conheci algumas marcas famosas (só dou as marcas se patrocinarem o blog), acho que sou quase imbatível. Maduro e consciente das necessidades delas vejo hoje a felicidade de minha mulher, quando saio com ela para as compras, seja para comprar uma maquilagem ou um biquini. Defendo a teoria que não vou deixar de olhar uma mulher bonita, mas que prefiro a honra de estar ao lado de uma igual ou melhor. Sei, também, que poder dar presentes é uma situação a que nem todos os homens estão dispostos ou disponíveis, indo desde a falta de dinheiro, fácil de entender, até a falta de interesse, que não é e nunca será aceita por ninguém, muito menos pela pessoa com quem ele se relaciona. O que custa levar uma bijuteria de R$ 2,00, para quem você ama? Sabe o que ela vai pensar? Que você não parou de pensar nela, e isto é bom para vocês dois. Com base no livro do terapeuta americano, John Gray, “Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus”, estou escrevendo “Eu Falo Venusiano”, onde procuro mostrar aos homens que depende deles, ou melhor, de nós, dar a quem amamos o máximo de felicidade que pudermos. As críticas ao comportamento masculino em alguns trechos são profundas e simples, como a lembrança da gentileza ao abrir a porta de um carro. Não importa se o controle remoto de seu carro é o mais moderno do mundo, quem deve abrir a porta do carro para ela entra, é você. Outro assunto abordado é por que mentir para conquistar alguém e quando consegue seu objetivo, mostrar que tudo não passou de uma mentira... Por quê? Se você lembrar que suas mentiras o levaram a atingir seu objetivo, nada como investir em fazer crescer o relacionamento que você fez de tudo para começar. Se entregar ou não no primeiro encontro levantou a maior polêmica entre as pessoas consultadas e entrevistadas. Este item me tomou muito tempo, pois foram quase 1.500 depoimentos. Uma população que me dava a base necessária para apoiar minhas teorias sobre o assunto. Quer saber? Compre e leia o livro. Em breve nas livrarias. Alex Paranhos

11 comentários No A Mulher Ideal

  • Texto perfeito, em meio ao trabalho ele me fez voar, sair daqui e repensar um tantão de coisas.

    Como já falei em outros comentarios, não sou de curtir fossa, ou de repente ainda não apareceu alguém para me fazer desabar tanto assim, já sofri, por abandono, por orgulho ferido, quase como uma criança birrenta que perdeu algo estimado.

    Mas amor aquele que dói, que perde a fome e o sono esse ainda não.

    Mas quero sentir!

  • verbena viena

    Olá gostei do texto, achei muitas coisas viáveis, muitas coisas bonitas, as mulheres gostam dessa sensualidade desse romantismo, mais achei que vc não foi totalmente sincero, digo, achei que vc não explorou o lado do tesão, o lado do desejo do erotismo, que logicamente o homem procura uma mulher com todas as qualidades que vc citou a cima, porém eles se atraem no primeiro momento com a aparência(e não precisa ser de modelo), mais achei que faltou a sua sinceridade para descrever o que te atrai fisicamente de verdade, sem rodeios! Obrigada, bjks!

  • VC é louco!
    E dai, eu tambem sou?!
    Gostei do texto.

  • Tati,
    Para isto servem as discussões sadias, os blogs e as pesquisas de opinião.
    “não, não gostei.
    já amei de mão única e ainda faço isso e a única coisa que me parece que recebemos em troca, muitas vezes é um: não te pedi isso. amar de mão única não nos faz bem.
    não nos deixa bem, nos deixa um vazio, já que você dá um pouco, às vezes muito, de si e nada recebe…”

    EXATAMENTE, VC PEGOU O ESPÍRITO DA COISA, NÃO DISSE QUE É BOM, ESCREVI QUE É ASSIM… NÃO ADIANTA QUERER MUDAR A VERDADE, POIS A REALIDADE É QUE VC AMA SOZINHA OU SOZINHO E NÃO PEDE NADA EM TROCA. DEPOIS SE ARREPENDE? LÓGICO!!! MAS AMOU. AMOU E AMOU MUITO. AMOU E NÃO ERA FELIZ, POR ISSO O AMOR É VIA DE MÃO ÚNICA.

    nada pedir em troca é não amar si mesmo, não achar-se merecedor do que dá. é um tipo de mutilação. existe um ditado que diz e que eu acho correto: “cada um ama do jeito que precisa ser amado”…

    MAIS UMA VEZ VENHO DISCORDAR DE VC… VC TANTO SE AMA, QUE CONSEGUE, INDEPENDENTE DE TUDO, DAR E MOSTRAR O SEU AMOR A QUEM, ÀS VEZES, NÃO MERECE. MAS DEU… E DEU COM TODO O CARINHO QUE HAVIA NA ÉPOCA EM VC. E COM CERTEZA, TAMBÉM NÃO CONCORDO COM: “NÃO SE AMA DO JEITO QUE VC PRECISA SER AMADA”.
    É COMO VC DAR DE PRESENTE A ALGUÉM, UMA COISA QUE VC GOSTA. SUAS CHANCES DE ERRAR SERÃO GRANDES. VC DEVE DAR DE PRESENTE AQUILO QUE A PESSOA GOSTA E ESPERA RECEBER. DA MESMA FORMA VC DEVE E TEM QUE AMAR DO JEITO QUE A PESSOA GOSTA DE SER AMADA, SENÃO VC VAI AMAR SOZINHA SEM QUE O OUTRO PERCEBA O SEU SENTIMENTO E AÍ A SENSAÇÃO DE “SORRISO BANGUELA” VAI APARECER.

    sentir-se nas nuvens amando assim é voar bem alto, pra depois cair e quebrar todos os dentes no chão… e depois? dar um sorriso banguela e sanguinolento e dizer: eu amei sem nada pedir em troca.

    CERTA VEZ, SABENDO QUE MINHA NAMORADA ADORAVA PIZZA, EU, QUERENDO AGRADÁ-LA, PERGUNTEI SE ELA GOSTARIA DE COMER UMA PIZZA. ELA PENSANDO QUE EU QUERIA COMER PIZZA E COMO NÃO CUSTAVA NADA ME ACOMPANHAR, CONCORDOU E FOMOS PARA A PIZZARIA.
    CAPTOU?
    OS DOIS FORAM COMER PIZZA E NINGUÉM ESTAVA COM VONTADE…HEHEHE

    SE EU TIVESSE PERGUNTADO:
    _ JÁ QUE VC GOSTA DE PIZZA, QUE TAL SAIRMOS PARA COMER UMA?
    TALVEZ ELA RESPONDESSE:
    _ ALEX, HOJE NÃO ESTOU A FIM DE SAIR. VAMOS VER UM FILME E COMER PIPOCA?
    E CERTAMENTE CHEGARÍAMOS A UM PONTO EM COMUM EM QUE OS DOIS ESTARIAM SATISFEITOS.

    NÃO ADIANTA AMAR. TEMOS QUE AMAR DO JEITO CERTO, DO JEITO QUE O OUTRO ENTENDA.
    É COMO SE VC ESTIVESSE NAMORANDO ALGUÉM QUE SÓ FALASSE JAPONÊS, ÁRABE OU ALEMÃO, ENFIM UM IDIOMA QUE VC IGNORASSE COMPLETAMENTE.
    VC TERIA QUE FAZER O CARA ENTENDER O QUE VC QUISESSE DIZER, NÃO É?
    NO AMOR, É A MESMA COISA. FAÇA O OUTRO ENTENDER QUE VC O AMA, PARA QUE ELE POSSA RETRIBUIR E VC NÃO VOE SOZINHA.

    UM BEIJÃO,
    ADOREI TROCAR IDÉIAS COM VC.

    ALEX

  • mas
    esse texto!
    ah, esse texto.
    ele é saboroso, adorável… colorido, suave…
    amei.

    Clarice, sempre tão intensa.
    me perdoem, vocês dois, mas vou aplicar um Ctrl+c nesse texto.
    não sei o que faço se me empurrarem de um penhasco desses.
    acho que eu vou pensar que tem um chão lá embaixo, e ao mesmo tempo adorar a queda…
    acho inconsequência pensar de outra forma.
    e fascinante.

    adoraria ser assim,
    mas não conseguiria.

    Não que não seja intensa assim, eu sou. Mas penso demais em quem respinga o conteúdo do copo que quebro para quebrá-lo na parede, e, por mais que queira e às vezes precise quebrá-lo, eu não vou…

    enfim, Alex, me fez pensar
    adoráel
    beijos

  • postei lá, mas posto aqui também, sobre o seu post: “amor, via de mão única”

    não, não gostei.
    já amei de mão única e ainda faço isso e a única coisa que me parece que recebemos em troca, muitas vezes é um: não te pedi isso.

    amar de mão única não nos faz bem.
    não nos deixa bem, nos deixa um vazio, já que você dá um pouco, às vezes muito, de si e nada recebe…
    nada pedir em troca é não amar si mesmo, não achar-se merecedor do que dá. é um tipo de mutilação. existe um ditado que diz e que eu acho correto: “cada um ama do jeito que precisa ser amado”…

    sentir-se nas nuvens amando assim é voar bem alto, pra depois cair e quebrar todos os dentes no chão… e depois? dar um sorriso banguela e sanguinolento e dizer: eu amei sem nada pedir em troca.

  • Ah Alex, desde que eu conheci o blog eu estou bem mais confiante, sabia? Já estava realmente perdendo as esperanças nos homens… Afinal, é cada um que passa pela vida da gente que é um desestimulante… rs

    Muito obrigada a vc, pelos textos lindoos!

  • Mais uma vez, muito obrigado, Andressa.
    É o prazer do dever cumprido.
    Como disse anteriormente, nem sempre concordo com os textos que seleciono, mas sempre procuro analisá-los com a cabeça de quem vai ler.
    Que bom que acertei…
    Homens com bom gosto igual ao meu?
    Vou lhe passar o depoimento de alguém muito próxima e que é uma espécie de consultora para mim, minha mulher:
    _ Andressa, não desista, procure, voce vai encontrar esta pessoa que a completará e lhe trará alegrias, como eu encontrei. Não foi fácil… Homens assim não estão tão disponíveis como gostaríamos. Boa sorte.
    De minha parte, mais uma vez muito obrigado pelo seu interesse.
    Alex

  • Adorei os textos… amo esse texto da Clarice Linspector (tá até no meu perfil, no orkut, rsrs)…Quanto à existência de uma mulher ideal ou de um homem ideal (que eu acho que me espera em algum lugar, rsr) acho possível, até porque, depende da nossa própria idealização, que é única…

    Juliana,
    Muito obrigado.
    Sim, nossa idealização é única e nossas esperanças de encontrar este alguém também.
    Tome os cuidados devidos quando se envolver com alguém. Nem desconfiada demais, nem confiante demais. Analise o que tem nas mãos como faz quando vai comprar suas roupas que são para pouco tempo. Veja se serve, se vc se adapta, se não vai “cansar” da roupa ou do cara rápido, se combina com vc…
    E não esqueça que no caso é para durar mais tempo que uma roupa.
    Procure, invista, experimente e só leve ( e se entregue) a quem realmente a merecer. Roupas existem várias, vc é única!
    Tenha fé em vc mesma! Sucesso!
    beijos
    Alex

  • “A vida é implacável com as nossas convicções. E morre de rir das nossas certezas.” Que frase perfeiiiitaaaa!! Descreve uma grande verdade da vida, de forma simples e objetiva!
    Eu concordo muito com o que ele diz sobre a mulher ideal… Acabou sendo uma sintese bem exata das qualidades importantes em uma pessoa. Não precisa querer mudar o mundo, mas fazer o mínimo por ele, olhar ao REDOR! Com certeza, há pessoas próximas a você e que precisam de ajuda, não suporto indiferença também!
    E o texto da Clarice, então?? Gostaria de selecionar ao menos UMA frase para colocar aqui, mas é impossível. A cada linha que eu lia, ia passando um filme na minha cabeça. De tudo o que é a VIDA, tão repleta, tão mágica!
    Alex…… Que bom gosto I N C R Í V E L, homem de Deus!! rs
    Gente, eu tô apaixonadaaaaaaa pelos seus posts! Que bom gosto, que bom gosto, que bom gostoooo!!
    Se vc sabe, me diz aonde tem outros homens com tão bom gosto assim para eu poder procurar!!! Por favoooooooor!!! rs
    Ganhei o dia com o seu post, foi a melhor coisa q me aconteceu hoje! De VERDADE!
    Parabéeeeeeeeeeeens!!

  • Como sempre, excelente escolha de textos.

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