Crônicas do Coração (e da Menstruação)

Não, não se preocupem, o título não me fará mudar a seção.

Na realidade, comecei a pesquisar sobre o assunto, Ciclo Menstrual, TPM e Menstruação de uma forma geral, sabendo que este era um assunto de difícil entendimento.

Sei que tem um monte de informação, mas fiz, propositadamente, para aquelas leitoras que quisessem iniciar seus parceiros no assunto.  Afinal, se isso foi um tabu para as mulheres e talvez ainda seja para algumas, o quanto antes desmistificarmos essas ideias retrógradas, melhor para todos.

Por exemplo: sexo na menstruação…

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Quem se arrisca?


Pois é, é problema de cada um.  Dada a sensibilidade aumentada da mulher neste período, eu adoro, mas temos que tomar diversos cuidados, pois nesta época, o ambiente está mais propício à proliferação de bactérias.  Então, primeira regra: para fazer sexo durante a menstruação, a higiene deve ser redobrada.  Os cuidados devem ser maiores, tanto para ela quanto para ele.

Não estou falando de primeiro ou segundo dia, quando às vezes o fluxo é mais intenso.  falo do dia que der vontade nos dois.

Um aspecto interessante é que sexo não envolve penetração ou sexo oral obrigatoriamente.  Sejam criativas!  Para que perder tantos dias no mês?

Bem, lá estou eu falando de menstruação novamente e não foi para isso que vim colocar este post.

Para suprir a falta da parte romântica, deixada de lado, temporariamente, pela parte técnica, vou presenteá-las com um texto de Arnaldo Jabor intitulado “Crônica do Amor”.

Como já escrevi “Amor Via de Mão Única”, não quero que pensem que mudei de ideia.  Apenas estou apresentando uma outra forma de encarar o amor.  Uma outra visão de uma pessoa que é um formador de opiniões e reconhecido como cronista, jornalista e escritor.

Meu presente para vocês.   Espero ter agradado.

Beijos,

Alex Paranhos

Carioca, 62 anos, corpinho de 60 e cabeça de 50. Feliz e disposto a descobrir novas felicidades em cada momento da vida. Há algum tempo, com minha experiência e vivência, resolvi me dedicar a observar as coisas, pessoas e acontecimentos, ao meu redor, utilizando este conhecimento para melhorar minha qualidade de vida, junto às mulheres, amigos, parentes, colegas de trabalho e às vezes até com pessoas que pouco conheço, usando apenas informações. E acreditem se quiserem, não é que começou a dar certo. Acertava quase sempre, quando emitia uma opinião. No meu casamento então, funcionou que foi uma beleza. Aprendi a ouvir minha mulher em assuntos que antes considerava como exclusivamente meus. Não que não erre ou não me machuque. Sou normal, tenho qualidades e defeitos, mas consegui ter um índice grande de acertos, conseguindo assim evitar cenas em que a DR (discussão de relacionamento) iria para o buraco, senão definitivamente, pelo menos temporariamente. Minha mulher aprendeu a não só respeitar o que digo, como a observar como eu, tudo o que se encontra a sua volta. Casado há dois anos, depois de seduzido e sequestrado por uma baiana. Um metro e meio de pura sedução e gostosura. Vou repetir, estou feliz. Muito feliz. Três casamentos, quatro filhas e um casal de enteados dão-me a vivência necessária e suficiente para me associar ao Doutor Neurônio e participar deste blog. Afinal, graças às nove mulheres de minha vida (quatro mulheres - esposas -, quatro filhas e uma enteada), sem contar minha mãe e irmãs, posso garantir que ninguém conhece mais bolsas e sapatos que eu. Sei exatamente quase tudo o que elas querem, seus desejos de consumo, seus sonhos e até mesmo o tipo de surpresa causada por cada presente. Se chegarmos à parte de roupas íntimas, desde que conheci algumas marcas famosas (só dou as marcas se patrocinarem o blog), acho que sou quase imbatível. Maduro e consciente das necessidades delas vejo hoje a felicidade de minha mulher, quando saio com ela para as compras, seja para comprar uma maquilagem ou um biquini. Defendo a teoria que não vou deixar de olhar uma mulher bonita, mas que prefiro a honra de estar ao lado de uma igual ou melhor. Sei, também, que poder dar presentes é uma situação a que nem todos os homens estão dispostos ou disponíveis, indo desde a falta de dinheiro, fácil de entender, até a falta de interesse, que não é e nunca será aceita por ninguém, muito menos pela pessoa com quem ele se relaciona. O que custa levar uma bijuteria de R$ 2,00, para quem você ama? Sabe o que ela vai pensar? Que você não parou de pensar nela, e isto é bom para vocês dois. Com base no livro do terapeuta americano, John Gray, “Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus”, estou escrevendo “Eu Falo Venusiano”, onde procuro mostrar aos homens que depende deles, ou melhor, de nós, dar a quem amamos o máximo de felicidade que pudermos. As críticas ao comportamento masculino em alguns trechos são profundas e simples, como a lembrança da gentileza ao abrir a porta de um carro. Não importa se o controle remoto de seu carro é o mais moderno do mundo, quem deve abrir a porta do carro para ela entra, é você. Outro assunto abordado é por que mentir para conquistar alguém e quando consegue seu objetivo, mostrar que tudo não passou de uma mentira... Por quê? Se você lembrar que suas mentiras o levaram a atingir seu objetivo, nada como investir em fazer crescer o relacionamento que você fez de tudo para começar. Se entregar ou não no primeiro encontro levantou a maior polêmica entre as pessoas consultadas e entrevistadas. Este item me tomou muito tempo, pois foram quase 1.500 depoimentos. Uma população que me dava a base necessária para apoiar minhas teorias sobre o assunto. Quer saber? Compre e leia o livro. Em breve nas livrarias. Alex Paranhos

2 comentários No Crônicas do Coração (e da Menstruação)

  • Obrigado, Andressa
    Pessoas como vc me fazem crer que vale a pena o que fazemos no Cérebro Masculino.
    Ajude-nos divulgando nosso blog e mensagens.
    Obrigado.
    Alex Paranhos

  • Seus posts são perfeitos, Alex!

    Parabéeeens

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